Do CPF ao dossiê: grafo, vínculos e IA investigativa
Do CPF ao dossiê: grafo, vínculos e IA investigativa
O fluxo central do Sherlocker é transformar um dado inicial em uma investigação visual e acionável.
1. Comece por um dado confiável
Você pode iniciar por CPF, CNPJ, telefone ou e-mail. O Sherlocker cruza esse dado com múltiplas fontes para encontrar informações e vínculos relevantes.
2. Analise o grafo de conexões
O grafo mostra relações entre pessoas, empresas, familiares, sócios, holdings, empresas inativas, possíveis laranjas e outros vínculos. Use o mapa para orientar a hipótese investigativa.
3. Abra nós relevantes e consulte módulos
Expansão visual e navegação pelo mapa não consomem tokens por si só. O consumo ocorre quando você abre um nó/sidebar e executa módulos pagos que retornam dados.
4. Rastreie ativos e sinais de risco
Dependendo do caso, investigue vínculos societários, veículos, participações, imóveis, processos, dívidas, regularidade, licitações e outros sinais patrimoniais ou jurídicos.
5. Use a IA investigativa como apoio
A IA do Sherlocker ajuda a sintetizar achados, destacar conexões suspeitas e sugerir caminhos que talvez não fossem óbvios manualmente. Use a IA como apoio analítico; decisões críticas devem considerar as evidências consultadas.
6. Exporte um dossiê pronto para uso
Ao final, organize o material para IDPJ, due diligence, análise de risco, compliance ou relatório interno. Preserve contexto, data, módulos consultados e limitações da análise.
Boas práticas
Comece amplo, mas aprofunde apenas relações relevantes.
Evite tirar conclusões só pelo desenho do grafo.
Use a sidebar para entender a origem e o tipo de cada dado.
Documente achados como evidências, hipóteses ou conclusões, separadamente.